A linogravura é uma das coisas mais gratificantes que se podem fazer com as mãos. Entalha-se um desenho numa placa de linóleo, passa-se tinta com um rolo pela superfície, pressiona-se o papel por cima e levanta-se para revelar uma estampa inteiramente sua. O processo é direto, tátil e infinitamente compensador — e não é preciso um ateliê profissional para começar.
Este é o nosso guia completo de linogravura para principiantes: que material é necessário, como entalhar, como entintar, como imprimir e como evitar os erros mais comuns. Quer pense imprimir à mão, quer usar uma prensa de linóleo, está aqui tudo o que precisa de saber.
O que é a linogravura?
A linogravura é uma forma de impressão em relevo. Retiram-se as zonas da matriz que não se quer imprimir, deixando o desenho em relevo. A tinta é depois passada com rolo pela superfície elevada e transferida para o papel sob pressão. O resultado é uma estampa limpa e marcada, com o carácter da mão que a fez.
O material é o linóleo — o mesmo revestimento de chão patenteado em 1860 — que tem uma superfície lisa e sem veio, muito mais fácil de entalhar do que a madeira. Isso torna-o ideal para principiantes: as ferramentas movem-se em qualquer direção, as curvas são possíveis e os erros podem muitas vezes ser corrigidos ou incorporados no desenho.
A linogravura foi usada por artistas que vão de Ernst Ludwig Kirchner e dos expressionistas alemães a Pablo Picasso, que fez mais de 150 linogravuras por redução já com setenta anos. É um meio com uma herança artística séria — e com uma barreira de entrada surpreendentemente baixa.
Material de linogravura de que vai precisar
Não é preciso muito para começar. Aqui fica a lista completa do necessário para a sua primeira linogravura, seguida de melhorias opcionais para quando a prática crescer.
O essencial
- Placa de linóleo — a superfície que vai entalhar. O linóleo cinzento clássico é o mais comum na gravura. Comece pelo tamanho A4 nos primeiros projetos.
- Ferramentas de entalhe — um conjunto básico com várias lâminas intermutáveis (goiva em V para linhas, goiva em U para limpar áreas maiores). Um bom conjunto de iniciação cobre quase tudo o que vai precisar.
- Base de corte — protege a superfície de trabalho e impede que a matriz deslize enquanto entalha.
- Tinta de impressão — tinta de relevo a óleo ou de base aquosa. A nossa Renesans H2Oil é uma excelente escolha: comporta-se como tinta a óleo mas limpa-se com água.
- Rolo de tinta — um rolo de borracha usado para aplicar a tinta de forma uniforme na matriz. Um rolo de 12 cm é versátil para a maioria dos formatos.
- Papel — comece com papel de cópia liso de 80 gsm para provas e passe depois a papel de gravura nas edições finais. Veja o nosso guia completo do papel para recomendações.
- Uma superfície dura e lisa — para espalhar a tinta. Uma placa de vidro, um azulejo cerâmico ou uma chapa de acrílico servem bem.
- Lápis e papel de transferência — para passar o desenho para a matriz.
Opcional, mas recomendado
- Baren de gravura — uma ferramenta lisa e plana usada para aplicar pressão na impressão manual. Muito mais eficaz do que uma colher de pau e dá resultados mais uniformes.
- Baren de vidro — para trabalho de detalhe e zonas apertadas. A superfície de vidro permite ver exatamente onde está a pressionar.
- Prensa de linóleo — se quiser resultados consistentes e de qualidade profissional ao longo de uma edição, uma prensa elimina por completo a variável da pressão manual. Disponível da A5 ao formato têxtil A2.
- Feltro de impressão — colocado por baixo do papel durante a impressão, para amortecer e melhorar a transferência de tinta.
- Espátula — para espalhar a tinta na superfície de mistura.
- Avental de artista — a tinta de impressão vai parar a todo o lado. Proteja a roupa.
Veja: linogravura com uma prensa Ritualis Press
Antes de percorrermos os passos, aqui fica um pequeno vídeo que mostra todo o processo com a nossa prensa A4 — da entintagem da matriz ao levantar da estampa final.
Como fazer linogravura: passo a passo
Siga estes passos para a sua primeira linogravura bem-sucedida. Não tenha pressa na fase do entalhe — é aí que o trabalho acontece.
Passo 1: escolha ou crie o seu desenho
Comece por algo simples. Formas marcadas, silhuetas fortes e linhas limpas passam muito melhor para a linogravura do que o detalhe fino ou os degradês. Flores, animais, padrões geométricos e texto funcionam todos bem nos primeiros projetos.
Desenhe no papel, no tamanho em que quer imprimir. Se o desenho tiver texto ou algo com orientação, lembre-se de que ficará espelhado ao imprimir — por isso desenhe ou transfira ao contrário.
Sugestão: tenha um bloco de desenho ao lado da matriz. Esboce variações do desenho antes de o comprometer no linóleo.
Passo 2: transfira o desenho para a matriz
Há várias formas de passar o desenho para a superfície do linóleo:
- Método do papel de transferência: coloque papel de transferência de grafite (papel químico) virado para baixo sobre o linóleo, ponha o desenho por cima e decalque as linhas com um lápis. A grafite passa para a superfície do linóleo.
- Método da esfrega a lápis: sombreie as costas do desenho com um lápis macio e depois decalque pela frente. A grafite das costas passa para o linóleo.
- Desenhar diretamente: use um lápis macio ou um marcador permanente de ponta fina para desenhar diretamente no linóleo. Ótimo para desenhos simples e traço confiante.
- Transferência de fotocópia: imprima o desenho numa impressora laser, coloque-o virado para baixo sobre o linóleo e aplique acetona (removedor de verniz) com um pano. O toner passa para a superfície. Nem todas as impressoras dão resultados fiáveis, por isso faça um teste primeiro.
Passo 3: entalhe a matriz
Este é o coração do processo — e a parte que exige prática. As suas ferramentas de entalhe vêm com lâminas intermutáveis; comece com uma goiva em V para o contorno e uma goiva em U para limpar áreas maiores.
Regras essenciais do entalhe:
- Entalhe sempre no sentido contrário ao corpo. Se precisar de cortar na sua direção, rode a matriz, não o corpo.
- Mantenha as lâminas afiadas. Uma lâmina romba exige mais força e escorrega com mais facilidade. Substitua ou afie as lâminas com regularidade.
- Corte num ângulo baixo — cerca de 30 a 45 graus — em vez de a direito. Isso cria um bordo chanfrado e estável, que aguenta uma edição inteira.
- Comece pelo contorno e limpe depois o fundo. É muito mais fácil afinar uma linha quando a área em redor já está aberta.
- Entalhe primeiro uma zona de teste e tire uma prova antes de comprometer o desenho todo. O que parece bem na matriz pode parecer muito diferente depois de entintado.
O linóleo morno entalha-se com mais facilidade do que o frio. Se estiver a trabalhar num espaço frio, aqueça a matriz por breves instantes com um secador ou pouse-a sobre um radiador durante um minuto antes de entalhar.
Use sempre a base de corte por baixo da matriz. Impede que a matriz deslize e protege a superfície de trabalho.
Passo 4: prepare a tinta
Deite uma pequena quantidade de tinta de impressão na superfície de mistura. Use uma espátula para a espalhar num retângulo grosseiro, sensivelmente da largura do rolo.
Espalhe a tinta com o rolo até obter uma camada fina e uniforme, com um toque ligeiramente pegajoso. Deve ouvir um leve sibilar quando o rolo passa pela superfície. Se a tinta estiver demasiado espessa, preenche as linhas entalhadas; se estiver demasiado fina, não transfere bem.
A camada de tinta na superfície de mistura deve ser fina ao ponto de quase se ver através dela, e não uma pasta espessa. É o erro mais comum de quem começa — menos tinta dá melhores resultados.
Passo 5: entinte a matriz
Passe a tinta pela superfície da matriz entalhada com movimentos uniformes e sobrepostos. Cubra toda a superfície elevada sem pressionar tanto que a tinta seja empurrada para as zonas entalhadas.
Passe o rolo em várias direções — horizontal, vertical, diagonal — para garantir uma cobertura uniforme. A matriz deve ficar entintada de forma homogénea, sem manchas nem zonas brilhantes.
Trabalhe depressa. A tinta começa a criar película à medida que seca, por isso não passe o rolo mais do que o necessário depois de obter boa cobertura.
Passo 6: imprima
Há duas abordagens principais: impressão manual e impressão em prensa.
Impressão manual
Coloque o papel com cuidado sobre a matriz entintada. Não o desloque depois de tocar na tinta, ou a estampa fica desfocada. Segure o papel com uma mão e use a outra para esfregar com um baren de madeira ou um baren de vidro.
Trabalhe com movimentos circulares firmes e sobrepostos, por toda a superfície. Aplique pressão constante — nem tanta que rasgue o papel, mas suficiente para transferir bem a tinta. Não se esqueça dos bordos e dos cantos, que muitas vezes ficam esquecidos.
Se tiver feltro de impressão, coloque-o sobre o papel antes de esfregar — distribui a pressão de forma uniforme e ajuda o papel a acompanhar a superfície da matriz.
Levante o papel devagar, a partir de um canto, mantendo-o o mais plano possível para evitar borrões.
Impressão em prensa
Usar uma prensa de linóleo dá resultados consistentes e repetíveis ao longo de uma edição inteira. Coloque a matriz entintada na base da prensa, ponha o papel por cima e baixe a alavanca suavemente.
As nossas prensas têm um sistema de dupla alavanca e uma grelha de centragem gravada a laser, para registar as estampas com rigor e sem adivinhar. Isso é particularmente valioso ao imprimir edições de 10, 20 ou 50 estampas, em que a consistência conta.
Passo 7: seque e avalie
Ponha as estampas a secar planas ou penduradas. As tintas a óleo demoram normalmente 24 a 48 horas a secar por completo. As de base aquosa secam mais depressa — em geral em poucas horas.
Depois de secas, examine a estampa com espírito crítico. Onde é que a cobertura está irregular? Onde é que a tinta entrou nas linhas entalhadas? O que entalharia de outra forma? As respostas vão tornar a próxima estampa melhor.
Numere as estampas a lápis (por exemplo, 3/10 significa a terceira estampa de uma edição de dez), assine no canto inferior direito e escreva o título à esquerda. É a convenção habitual para estampas em edição.
Problemas comuns na linogravura e como resolvê-los
Qualquer gravador passa por estes. Aqui fica o que fazer quando algo corre mal.
Cobertura de tinta irregular ou com falhas
Causa: pouca tinta, aplicação irregular do rolo ou uma sala fria.
Solução: acrescente um pouco mais de tinta à superfície de mistura, passe o rolo em mais direções e certifique-se de que o linóleo está à temperatura ambiente antes de entintar. Verifique se o rolo está limpo — tinta seca no rolo cria riscas.
Tinta a entrar nas linhas entalhadas
Causa: demasiada tinta na matriz, ou tinta demasiado mole ou quente.
Solução: use menos tinta. Espalhe camadas mais finas e aplique o rolo com mais leveza. Se o ateliê estiver muito quente, a tinta pode estar demasiado mole — deixe-a arrefecer um pouco antes de a espalhar.
Papel a deslocar-se a meio da impressão
Causa: o papel não ficou seguro ao ser colocado sobre a matriz.
Solução: use um sistema simples de registo — cole uma folha na berma da prensa ou da superfície de trabalho para marcar onde assenta a matriz e alinhe o papel por dois lados antes de o baixar. Uma prensa com grelha de centragem, como a nossa prensa A3, elimina este problema por completo.
Linhas brancas a aparecer nas zonas escuras
Causa: a superfície da matriz não está plana, ou o entalhe deixou pequenas saliências.
Solução: lixe ligeiramente a superfície da matriz com lixa de grão fino para a nivelar. Ao usar um baren, aplique mais pressão nessas zonas.
Linhas entalhadas cheias de tinta
Causa: demasiada tinta, ou linhas entalhadas demasiado superficiais ou estreitas.
Solução: volte à matriz e entalhe as linhas um pouco mais fundas e largas. Nas linhas muito finas, aceite que algum excesso de tinta é inevitável — pode fazer parte do carácter da estampa.
Papel rasgado ou raspado
Causa: demasiada pressão ao esfregar, ou movimentos demasiado bruscos do baren sobre o papel.
Solução: use um papel mais firme (pelo menos 80 gsm), reduza um pouco a pressão e mantenha o baren plano, sem o inclinar. Colocar feltro de impressão entre o baren e o papel distribui a pressão e protege a superfície.
Linogravura a cores: o passo seguinte
Assim que se sentir à vontade com a impressão a uma cor, a cor abre todo um novo leque de possibilidades. Há três abordagens principais:
Várias matrizes
Entalhe uma matriz separada para cada cor do desenho. Imprima cada matriz em sequência, registando cada passagem com cuidado para que as cores alinhem. É o método mais controlável e permite reutilizar cada matriz de cor.
Linogravura por redução
Usa-se a mesma matriz para todas as cores. Imprime-se primeiro a cor mais clara, depois entalha-se as zonas que devem manter essa cor, imprime-se a cor seguinte, entalha-se de novo, e assim por diante. A matriz vai sendo progressivamente destruída, o que obriga a fixar desde o início o número de exemplares da edição. Foi o método preferido de Picasso na sua célebre série de linogravuras dos anos 60.
Cor aplicada a rolo
Aplicam-se cores diferentes em zonas diferentes da matriz, com rolos mais pequenos, antes de imprimir. É rápido e espontâneo, dando a cada estampa uma qualidade pictórica e única. O nosso rolo de 6 cm é útil para aplicar cor em áreas pequenas ou precisas.
Linogravura em tecido
A linogravura não se limita ao papel. Com a tinta certa, pode imprimir em tecido — t-shirts, sacos, panos de cozinha, lenços. Use uma tinta de estampagem própria para têxteis e fixe a estampa com calor (um ferro de engomar doméstico serve para a maioria das tintas têxteis). A nossa prensa têxtil A2 foi concebida especificamente para imprimir em tecido, oferecendo o formato maior e a pressão constante que o trabalho têxtil exige.
Perguntas frequentes sobre linogravura
Quanto tempo demora a fazer uma linogravura?
Um desenho simples numa matriz pequena (A5 ou menor) pode ser entalhado e impresso em duas a três horas. Desenhos mais complexos em matrizes maiores podem levar dias de entalhe. A impressão em si — depois de a matriz estar pronta — é rápida: pode tirar 20 estampas em menos de uma hora.
É possível corrigir erros numa linogravura?
Às vezes. Se entalhar demais, não pode devolver o material. No entanto, pequenas zonas podem ser preenchidas com epóxi de dois componentes ou cola instantânea e entalhadas de novo depois de secas. A melhor abordagem é entalhar com moderação — retire menos do que julga necessário, tire uma prova e entalhe mais se for preciso.
Qual é o melhor linóleo para principiantes?
O linóleo cinzento clássico (o tipo usado na gravura) é o mais recomendado. É suficientemente firme para segurar linhas finas e suficientemente macio para entalhar sem esforço excessivo. As placas de borracha mais macias são por vezes recomendadas a principiantes, mas não seguram tão bem o detalhe e podem parecer esponjosas sob a ferramenta. As nossas placas de linóleo são o material tradicional da gravura e o melhor ponto de partida.
É preciso uma prensa para fazer linogravura?
Não — imprimir à mão com um baren ou até com uma colher de pau pode dar excelentes resultados, sobretudo em estampas mais pequenas. A prensa torna-se útil quando se produzem edições (várias estampas idênticas da mesma matriz), quando se trabalha em formatos maiores, ou quando se imprime em papéis mais grossos que exigem pressão mecânica constante. Muitos gravadores usam os dois métodos: impressão manual para provas e exploração, prensa para as edições finais.
Que papel devo usar na linogravura?
Para provas, papel de cópia liso de 80 gsm serve bem. Nas estampas finais, um papel de gravura próprio, entre 70 e 120 gsm, dá resultados muito melhores. Papéis japoneses como o Kitakata (~30 gsm) recolhem a tinta lindamente com pressão mínima; papéis ocidentais mais grossos, como o Rives BFK (115 gsm), dão um resultado mais encorpado e arquivístico. Leia o nosso guia completo do papel para uma análise detalhada.
Como limpo as ferramentas e o rolo?
Com tintas de base aquosa, passe as ferramentas e os rolos por água morna logo após a utilização. Com tintas a óleo, use um produto de limpeza próprio ou óleo vegetal, seguido de sabão e água. Nunca deixe a tinta secar no rolo — depois de curada é muito difícil de remover e afeta a qualidade da impressão.
As crianças podem fazer linogravura?
Sim, com supervisão adequada. Para os mais pequenos, as placas de borracha macia e os cortadores de segurança são preferíveis ao linóleo e às ferramentas metálicas. As crianças mais velhas (a partir dos 10 anos) podem trabalhar com linóleo comum sob supervisão atenta de um adulto. As tintas de base aquosa são a opção mais segura para todas as idades. A fase da impressão — entintar e pressionar — é acessível a qualquer idade.
Construir a sua prática
A melhor forma de melhorar na linogravura é imprimir com regularidade e guardar tudo o que faz. As primeiras estampas vão parecer diferentes das últimas — e essa diferença é a prova do seu progresso.
Alguns hábitos que ajudam:
- Tire sempre uma prova antes de comprometer o papel final. Leva mais dois minutos e poupa imensas folhas.
- Tome notas sobre as suas edições: tipo de tinta, papel, número de estampas tiradas, pressão usada. Esta referência será valiosíssima à medida que a prática crescer.
- Tenha um bloco de desenho próprio para desenvolver ideias, ao lado da prensa.
- Limpe as ferramentas e o rolo depois de cada sessão. Cinco minutos de limpeza agora poupam uma hora de problemas da próxima vez.
- Veja o trabalho de artistas que levaram este meio a sério — Sybil Andrews, Cyril Power, Elizabeth Catlett. Perceber por onde o meio andou ajuda a perceber até onde o pode levar. Veja a nossa história completa da linogravura e dos seus artistas para uma introdução guiada.
A linogravura recompensa a paciência e a atenção. Quanto mais cuidadosamente entalhar, mais claramente a sua intenção transparece na estampa. E quanto mais imprimir, mais apurado fica o seu olho para o que resulta.
Veja o kit completo de linogravura
Tudo o que foi referido neste guia está disponível na nossa coleção completa. Se está mesmo a começar, estes são os essenciais:
- Placa de linóleo — a sua superfície de entalhe
- Conjunto de goivas — ferramentas para entalhar
- Base de corte — protege a superfície de trabalho
- Tinta Renesans H2Oil — tinta de qualidade profissional, lavável com água
- Rolo de tinta de 12 cm — para uma aplicação uniforme
- Baren de madeira — para impressão manual
- Feltro de impressão — para melhor transferência de tinta
Pronto para ir mais longe? As nossas prensas — da compacta A5 à têxtil A2, à escala de ateliê — foram concebidas exatamente para o tipo de trabalho que este guia descreve: estampas consistentes, repetíveis e bonitas, feitas com cuidado.



A história da linogravura e os seus artistas
Estampagem têxtil com linogravura: guia completo